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Anamnese e escalas de avaliação digitais: agilidade sem perder rigor clínico

Montar do zero um roteiro de anamnese ou escolher a escala de avaliação certa para cada caso consome tempo — tempo que poderia estar sendo usado com o paciente. Ter modelos prontos, testados e prontos para aplicar digitalmente é uma das formas mais diretas de ganhar agilidade sem abrir mão de rigor clínico.

Modelos prontos e modelos próprios convivendo

Além dos modelos criados pelo próprio psicólogo, é útil ter à disposição modelos padrão já prontos — incluindo, no caso das escalas, instrumentos conhecidos do mercado. Esses modelos padrão podem ser aplicados diretamente; se o psicólogo decidir editar um deles, o sistema cria automaticamente uma cópia própria com as alterações feitas, sem afetar o modelo original nem os demais profissionais que também o utilizam.

O histórico de respostas fica protegido

Um cuidado importante: uma vez que um modelo de anamnese ou de escala já tem respostas registradas por algum paciente, as perguntas dele deixam de poder ser reestruturadas numa edição — isso preserva a integridade do que já foi respondido. Dados como nome, descrição e público-alvo continuam editáveis, mas o conteúdo já respondido não corre risco de ficar inconsistente com uma pergunta que mudou depois.

Exclusão controlada

Pelo mesmo motivo, um modelo já aplicado a algum paciente — mesmo que ainda não respondido — não pode ser excluído diretamente. É preciso remover as aplicações desse modelo antes, o que evita a perda acidental de um vínculo já existente entre paciente e instrumento.

  • Modelos padrão prontos, incluindo escalas conhecidas do mercado.
  • Edição de um modelo padrão gera uma cópia própria, sem afetar os demais.
  • Perguntas de um modelo já respondido não podem ser reestruturadas.
  • Modelos em uso não podem ser excluídos sem antes remover as aplicações.

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